EMERSON FITTIPALDI PILOTANDO UM MAVERICK V8 NO ANTIGO INTERLAGOS - 1973


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NELSON PIQUET TESTA O CARRO DO COLLOR LINCOLN TOWN CAR
NELSON PIQUET TESTA O LINCOLN TOWN CAR, CARRO USADO POR FERNANDO COLLOR QUANDO PRESIDENTE.





STOCK CAR 1979 e 1985 (GM OPALA)
Matérias exibidas na televisão brasileira sobre os lendários campeonatos GM Opala Stock Car que marcaram epóca. O primeiro de 1979 apresentado por Luciano do Valle e exibido pela Rede Globo traz informações sobre os pilotos Pedro Gomes e Raul Boesel. Logo em seguida temos matéria exibida em 1985 pela Rede Bandeirantes com o piloto Luiz Pereira.





Ayrton Senna: Isso Que é Piloto! Isso Que é Pilotar! HD
Se você é jovem e não conheceu essa fera, agora vai ver o que é um piloto na acepção completa da palavra. Senna Pilotando NSX e chegando a 280km/h Senna drive the NSX R in suzuka great quality Ayrton Senna Drive The Honda NSX-R Maximum Speed 280 Km/h Blog: http://ayrtonsennavive.blogspot.com.br/ Facebook: https://www.facebook.com/MagicAyrtonSenna Twitter: https://twitter.com/SennaVive Email: ayrtonsennavive@bol.com.br





Emerson Fittipaldi volta ao cockpit de um F1, anos depois de se aposentar, em Paul Ricard
Emerson Fittipaldi está de volta ao circuito de Paul Ricard, na França, para viajar no tempo. O bicampeão mundial de Fórmula 1 correu pela última vez nesta pista em 1974, ano de seu segundo título, a bordo de uma McLaren. O primeiro campeonato havia sido conquistado em 1972, com uma Lotus, carro que traz ótimas lembranças ao brasileiro. A equipe, que existiu até 1996, retornou à categoria recentemente. E esta volta proporcionou também um presente ao veterano, que representou as cores do time há quatro décadas: guiar um carro de 2010, bem mais moderno do que os modelos com os quais Fittipaldi faturou suas 14 vitórias na F-1. Emerson parou de pilotar na F-1 em 1980. Desde então, os carros mudaram muito, até nas coisas mais básicas. Os motores eram bem menos potentes: tinham cerca de 480 cavalos, 300 a menos que os atuais; o cockpit era totalmente diferente; as marchas eram trocadas na alavanca, e não na borboleta atrás do volante, como hoje em dia. E o volante, além de mais pesado, era bem mais simples. Hoje tem mais ou menos 20 botões. Na época do Emerson, o cockpit só tinha um, para falar no rádio. - São sete marchas, na minha época não tinha, eram cinco. Hoje ele chega ao fim dessa reta em sétima e faz a curva em segunda. Acho que tem uma diferença: o piloto da minha época tinha que sentir o carro e dar muita informação para a equipe, e obviamentente não tinha ajuda do volante, que é muito mais leve. Fisicamente era muito mais pesado do que deve ser hoje -- disse um ansioso Emerson, horas antes do teste com o carro de 2010, que foi guiado pelo polonês Robert Kubica naquela temporada.




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